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A osteomielite é um distúrbio inflamatório do osso, em geral causado pela infecção por um organismo, que leva à destruição e necrose óssea. A inflamação pode envolver o córtex (tecnicamente, “osteíte”) ou a medula do osso (“mielite”), ou ambos. De acordo com o tempo e a evolução da doença, a osteomielite pode ser classificada em aguda ou crônica. Na forma aguda, a infecção óssea é diagnosticada nas quatro primeiras semanas, sendo considerada crônica, quando permanece ativa por mais de seis semanas. Em geral, o quadro se instala em decorrência de uma lesão aguda que não recebeu tratamento adequado e foi-se agravando lenta, mas continuamente.

Pacientes de todas as idades podem ser afetados pela osteomielite. Há uma forte predominância masculina, se aproximando de 75% em alguns estudos e a maioria dos casos envolve a mandíbula.

Nos dias atuais, a osteomielite não está associada a uma mortalidade significativa, porém resulta em uma morbidade considerável e persistente. Além de causar dor óssea, interfere na cicatrização de feridas no tecido mole sobrejacente, devido à secreção crônica e formação lenta do tecido de granulação sobre o osso exposto.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa para novos casos de câncer de boca é de mais de 15 mil pessoas, sendo, dentre desta estatística, aproximadamente 11 mil homens e 4 mil mulheres (INCA - 2020). Neste contexto, a campanha Maio Vermelho busca conscientizar a população sobre esta doença, que tem como principais fatores de risco o fumo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

O câncer da boca (também conhecido como câncer de lábio e cavidade oral) é um tumor maligno que afeta lábios, estruturas da boca, como gengivas, bochechas, céu da boca, língua (principalmente as bordas) e a região embaixo da língua. De acordo com o INCA, a doença é mais frequente em homens acima dos 40 anos, sendo o quarto tumor mais frequente no sexo masculino na região Sudeste. Vale ressaltar que, se detectado no início, o câncer de boca tem cura, por isso a importância do diagnóstico precoce.

A síndrome de Eagle considera-se como o alongamento do processo estiloide com ossificação do ligamento estilo-hioideo ou sem ele, que se estende entre o osso temporal e os hioides.

O diagnóstico pode ser realizado principalmente com tomografia computadorizada (TC) ou radiografia panorâmica, obviamente sem deixar de lado a variedade de sinais e sintomas, como dor cervical, sensação de corpo estranho na faringe, limitações na abertura bucal, dificuldade para a fonação, disfagia, otalgia, zumbido, trismo e mobilidade reduzida do pescoço.

Essencial para a assepsia no consultório odontológico, a autoclave é um aparelho que esteriliza ferramentas utilizando calor. Por isso, é utilizada desde consultórios até salões de piercing e tatuagem. Mas a autoclave odontológica não pode ser escolhida pensando apenas no benefício financeiro. Existem diferentes fatores que vão determinar se o instrumento é capaz de suprir suas necessidades diárias.

Por ser um aparelho com alto custo, você precisa ter certeza de estar fazendo a compra certa. Nesse contexto, confira o que é e como escolher a sua autoclave odontológica.

A cárie é desenvolvida a partir de restos de alimentos que ficam na boca, é uma doença que pode atingir qualquer pessoa. A melhor forma de evitá-la é por meio de uma boa higiene bucal, aliada a uma alimentação equilibrada. Ela possui diferentes tipos, alguns mais fáceis de identificar do que outros. Você sabe como pode ser feito seu diagnóstico? Será que é preciso uma radiografia para reconhecer esse quadro?

Assim como ocorre em outras áreas, os exames laboratoriais são imprescindíveis para que o odontologista compreenda as reais necessidades de um paciente e identifique os tratamentos mais adequados com base nas informações coletadas.

Isso ocorre porque muitas condições de saúde podem comprometer o andamento de um tratamento, demandando mais cautela nas etapas de pré e pós-operatório, por exemplo.

Na prática, são considerados exames laboratoriais quaisquer procedimentos complementares de análise, sendo que os mais comuns consistem na coleta de sangue, urina e radiografias. Ou seja, exames bioquímicos e de imagem.

Assim, de modo a otimizar os diagnósticos e tratamentos, desde 2010 os cirurgiões-dentistas podem solicitar análises complementares e internações, desde que identifique na solicitação os riscos envolvidos e que o pedido esteja de acordo com sua área de atuação.

O universo da odontologia está em constante transformação ao longo dos últimos anos. Influenciadas pelo avanço de pesquisas no campo da inovação, hoje, os dentistas contam com a possibilidade de oferecer tratamentos mais rápidos, precisos e que disponibilizam maior conforto para você, paciente, na hora de cuidar de seu sorriso.

Dentro destas mudanças, a ortodontia, especialidade que cuida do alinhamento dos dentes e dos ossos maxilares, tem passado por uma verdadeira revolução que agiliza os processos de documentação ortodôntica e oferece maiores possibilidades quando o assunto é o desenvolvimento de aparelhos ainda mais precisos e discretos para os pacientes.

Estamos falando da Ortodontia Digital. Você conhece esta nova tendência do setor odontológico? Sabe quais são suas vantagens? Continue acompanhando nosso post e esclareça suas dúvidas.

A saúde bucal é um fator muito importante para manter a saúde e o bem-estar, mas para cuidar dos dentes é imprescindível ter um diagnóstico claro e preciso, para isso diversos exames e tratamento odontológicos podem ser indicados, inclusive a necessidade de radiografias.

Isso ocorre porque alguns diagnósticos não podem ser dados apenas em um exame clínico, pois é intra-ósseo. Além disso, um bom profissional entende que os dentes são muito mais do que se vê.

É nesse momento que entendemos a importância da radiografia para a odontologia. 

Em procedimentos de extração de dente, por exemplo, a radiografia auxilia na identificação da posição da raiz do dente e se o nervo pode ou não interferir no processo. Assim, o dentista não terá imprevistos durante a cirurgia.