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O estreitamento do palato é uma condição bastante comum que afeta cerca de 20% da população em geral. Pessoas que apresentam o céu da boca estreito acabam desenvolvendo outros problemas, como mordida cruzada e dentes apinhados. Esses  aspectos levam ao comprometimento não só da estética, mas também da função mastigatória e da fala do paciente.

Na intenção de aprimorar o tratamento e solucionar o problema da falta de espaço para os dentes, foi desenvolvido o chamado aparelho expansor.

Neste post, vamos explicar um pouco mais sobre esse tipo de aparelho, para quem é indicado e quais os seus benefícios. Por fim, indicaremos alguns cuidados que você deve ter com ele. Quer tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto? Então acompanhe a leitura.

Ortodontistas têm se preocupado cada vez mais em saber se um paciente que apresenta algum comprometimento esquelético, de fato, pode passar por procedimentos ortodônticos. Nesse caso, saber qual é a idade óssea dele é fundamental. Ou seja, identificar qual é o estágio maturacional do paciente.

Quando um profissional de saúde descobre a idade óssea de uma pessoa, isso significa que ele passa a conhecer seu grau de maturação dos ossos. Com a posse desses dados, é possível tomar decisões quanto a diversos procedimentos, já que se entende a previsão de quanto tempo ainda restará para que o paciente atinja o maior nível de maturidade óssea.

Quem acredita que a maturação esquelética (processo de desenvolvimento dos ossos) é igual à idade cronológica (anos de vida) está bem enganado. Essas duas instâncias podem ser diferentes, apontando às vezes para um perigo.

O desenvolvimento do ser humano pode ser complexo e apresentar desafios reais. Se você quer entender mais sobre o assunto, continue acompanhando este conteúdo!

Para os radiologistas e cirurgiões-dentistas, é de fundamental importância o conhecimento dos métodos radiográficos de localização.

A maior parte das metodologias não são recentes, mas sempre conseguem solucionar a maioria dos casos comuns que aparecem nas clínicas e consultórios.

Em suma, os métodos radiográficos de localização funcionam como uma espécie de ferramenta, que auxilia no diagnóstico e tratamentos dentários.

Veja quais são os 5 principais métodos radiográficos de localização

Preparamos uma lista com os 5 principais métodos radiográficos de localização. Siga a leitura e veja quais são eles!

Quando falamos em ortodontia é comum pensar nos dentes apinhados e muito desalinhados, que demonstram com clareza a necessidade do uso do aparelho ortodôntico para corrigi-los.

Mas a ortodontia é uma especialidade que cuida também da prevenção de problemas ortodônticos e dos ossos maxilares, identificando disfunções e intervindo o quanto antes para reduzir complicações.

Com atenção especial ao crescimento e desenvolvimento da face, é também a ortodontia que zela pela oclusão e perfeito alinhamento dos dentes da arcada superior e inferior, garantindo a funcionalidade e a estética do sorriso.

Diferentes demandas ortodônticas terão abordagens específicas, por isso, a área se subdivide em três: preventiva, interceptativa e corretiva ou tradicional. Cada uma dessas especialidades tem o objetivo de garantir uma atenção especializada na prevenção, interceptação e tratamento de acordo com o perfil e idade do paciente.

No nosso post de hoje, vamos falar sobre os tipos de ortodontia. Vamos explicar as características de cada um, quando são indicados e as abordagens de tratamento mais utilizadas em cada tipo. Boa leitura!

A radiografia panorâmica é um dos exames de imagem mais solicitados pelos dentistas. Ela é recomendada para identificar diversos tipos de problemas na boca e na arcada dentária.

Também é bastante comum que a radiografia panorâmica seja realizada quando o paciente vai dar início ao uso de aparelho odontológico. Isso porque ela dá uma visão ampla dos problemas que devem ser resolvidos durante o tratamento.

No post de hoje vamos esclarecer algumas dúvidas que pacientes e profissionais podem ter sobre a radiografia panorâmica. Continue a leitura e confira!

O clima de romance está no ar! Afinal, a data mais romântica do ano já e amanhã e os casais já estão prontos para comemorar esse dia de forma muito especial e, é claro, com muito amor. De qual dia estamos falando: o Dia dos Namorados!

E nada melhor para curtir o Dia dos Namorados do que uma encontro romântico com um jantar especial, sorriso estampado no rosto e, lógico, muitos beijos. Mas ninguém quer estar com mau hálito ou alguma doença bucal bem nesse momento!

Por isso é importante pensar nos cuidados que você deve ter com a sua saúde bucal para garantir que o beijo seja uma momento de troca de carinho, não de desconforto e risco pela troca de saliva com outra pessoa.

O beijo, além de gostoso, pode também ser perigoso. Isso porque ele pode atuar como uma via de transmissão de diversas doenças por meio da troca de saliva. Por isso, deve ser praticado com responsabilidade.

Na hora de beijar, todos devem estar com a saúde bucal em dia. Isso não quer dizer apenas estar com um hálito agradável. Afinal, isso é fácil de disfarçar com uma bala ou chiclete refrescante.

Porém, a falta de higiene, que pode gerar doenças causadas por bactérias, não podem ser escondidas com tanta facilidade. Além de oferecer riscos à saúde da outra pessoa. E é claro que você não quer isso, não é mesmo?

Então, se você quer curtir muito o Dia dos Namorados com a pessoa amada e dar muitos beijos, continue a leitura e confira as nossas dicas para manter a saúde bucal em dia e não cometer nenhuma gafe na hora do beijo!

Radiografias odontológicas são importantes para complementarem o diagnóstico. Porém, esses exames radiográficos convencionais são limitados a uma visualização bidimensional (altura x largura), sem informações de profundidade. As informações essenciais da anatomia tridimensional dos dentes e estruturas adjacentes são obscurecidas ou sobrepostas mesmo com as melhores técnicas executadas, sendo que distorções e sobreposição das estruturas dentárias são inevitáveis.

A grande vantagem da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC, também conhecida como tomografia odontológica tomografia cone beam) está na precisão geométrica tridimensional que proporciona. Por exemplo, a possibilidade da visualização das raízes dos dentes posteriores superiores e seus tecidos periapicais nos três planos ortogonais, ou mesmo de forma obliqua, sem sobreposição do osso zigomático, do osso alveolar e das raízes adjacentes e na identificação de forames nasopalatinos ampliados, de canais radiculares, de pequenas lesões periapicais que radiograficamente não são visíveis e na avaliação de reabsorções ósseas. Para avaliação de casos que exigem detalhes, como os casos clínicos de Endodontia, queremos o maior grau de detalhamento possível. Entretanto, muitos são os fatores que podem influenciar na qualidade da imagem final. Dentre eles, podemos destacar:

A sustentabilidade está relacionada à preservação e recuperação do meio ambiente, através de técnicas e práticas que podem reduzir ou até mesmo reverter o cenário da degradação. A película de raio-X (também conhecida como chapa) utilizada para realizar as radiografias é feita de acetato, um tipo de plástico fino, que leva 100 anos ou mais para se decompor na natureza, além das substâncias químicas necessárias para o tratamento da imagem.

Por conta disso a Radiologia Digital é a alternativa perfeita, além de reduzir a produção e descarte de resíduos poluentes, também reduz a agressão ao meio ambiente.

Os exames digitais não só são sustentáveis, como também trazem benefícios para a clínica e para o paciente.