O Invisalign, também conhecido como o aparelho invisível, tem ganhado destaque no Brasil, sendo muito procurado por quem deseja alinhar os dentes, sem recorrer ao uso das peças metálicas.

O clássico aparelho ortodôntico metálico, ainda muito usado, tem sido cada vez mais substituído pelo Invisalign e seus alinhadores discretos, sem perder a estética e o sorriso saudável.

Apesar desta tecnologia estar presente em muitos consultórios odontológicos, é comum ainda gerar dúvidas nos pacientes. Ou até mesmo informações incorretas que circulam pela internet.

Portanto, se você quer aderir a este aparelho incrível, mas ainda tem dúvidas sobre o Invisalign, continue neste post e confira os principais mitos e verdades deste procedimento.

De acordo com a classificação mais atual da Organização Mundial da Saúde (2018), o Cementoblastoma é uma neoplasia benigna de origem mesenquimal – tecido conjuntivo embrionário que, em sua fase desenvolvida, transforma-se em fibroblasto.

Alguns pesquisadores acreditam que o cementoblastoma seja a única neoplasia verdadeira entre as lesões cementárias. Trata-se de um tumor raro, correspondendo a 1% de todos os tumores odontogênicos. Embora não pareça haver predileção por gênero, o sítio mais frequentemente acometido é a região de primeiros molares inferiores.

Não é novidade que a gravidez pode trazer uma série de mudanças aos hábitos diários. Afinal, a sensação é de que, a partir de agora, é preciso se cuidar em dobro e, de fato, é assim mesmo. Mas, o que poucas pessoas sabem é que, a saúde bucal durante a gestação também merece uma atenção especial, já que pode evitar problemas como a má formação do feto e até mesmo um parto prematuro. Por isso, é fundamental investir em um pré-natal odontológico e garantir um acompanhamento de perto. Para entender melhor sobre o assunto, separamos um conteúdo especial para te explicar do que se trata esse acompanhamento, acompanhe!

A osteomielite é um distúrbio inflamatório do osso, em geral causado pela infecção por um organismo, que leva à destruição e necrose óssea. A inflamação pode envolver o córtex (tecnicamente, “osteíte”) ou a medula do osso (“mielite”), ou ambos. De acordo com o tempo e a evolução da doença, a osteomielite pode ser classificada em aguda ou crônica. Na forma aguda, a infecção óssea é diagnosticada nas quatro primeiras semanas, sendo considerada crônica, quando permanece ativa por mais de seis semanas. Em geral, o quadro se instala em decorrência de uma lesão aguda que não recebeu tratamento adequado e foi-se agravando lenta, mas continuamente.

Pacientes de todas as idades podem ser afetados pela osteomielite. Há uma forte predominância masculina, se aproximando de 75% em alguns estudos e a maioria dos casos envolve a mandíbula.

Nos dias atuais, a osteomielite não está associada a uma mortalidade significativa, porém resulta em uma morbidade considerável e persistente. Além de causar dor óssea, interfere na cicatrização de feridas no tecido mole sobrejacente, devido à secreção crônica e formação lenta do tecido de granulação sobre o osso exposto.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa para novos casos de câncer de boca é de mais de 15 mil pessoas, sendo, dentre desta estatística, aproximadamente 11 mil homens e 4 mil mulheres (INCA - 2020). Neste contexto, a campanha Maio Vermelho busca conscientizar a população sobre esta doença, que tem como principais fatores de risco o fumo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas.

O câncer da boca (também conhecido como câncer de lábio e cavidade oral) é um tumor maligno que afeta lábios, estruturas da boca, como gengivas, bochechas, céu da boca, língua (principalmente as bordas) e a região embaixo da língua. De acordo com o INCA, a doença é mais frequente em homens acima dos 40 anos, sendo o quarto tumor mais frequente no sexo masculino na região Sudeste. Vale ressaltar que, se detectado no início, o câncer de boca tem cura, por isso a importância do diagnóstico precoce.

A síndrome de Eagle considera-se como o alongamento do processo estiloide com ossificação do ligamento estilo-hioideo ou sem ele, que se estende entre o osso temporal e os hioides.

O diagnóstico pode ser realizado principalmente com tomografia computadorizada (TC) ou radiografia panorâmica, obviamente sem deixar de lado a variedade de sinais e sintomas, como dor cervical, sensação de corpo estranho na faringe, limitações na abertura bucal, dificuldade para a fonação, disfagia, otalgia, zumbido, trismo e mobilidade reduzida do pescoço.

A cárie é desenvolvida a partir de restos de alimentos que ficam na boca, é uma doença que pode atingir qualquer pessoa. A melhor forma de evitá-la é por meio de uma boa higiene bucal, aliada a uma alimentação equilibrada. Ela possui diferentes tipos, alguns mais fáceis de identificar do que outros. Você sabe como pode ser feito seu diagnóstico? Será que é preciso uma radiografia para reconhecer esse quadro?

Assim como ocorre em outras áreas, os exames laboratoriais são imprescindíveis para que o odontologista compreenda as reais necessidades de um paciente e identifique os tratamentos mais adequados com base nas informações coletadas.

Isso ocorre porque muitas condições de saúde podem comprometer o andamento de um tratamento, demandando mais cautela nas etapas de pré e pós-operatório, por exemplo.

Na prática, são considerados exames laboratoriais quaisquer procedimentos complementares de análise, sendo que os mais comuns consistem na coleta de sangue, urina e radiografias. Ou seja, exames bioquímicos e de imagem.

Assim, de modo a otimizar os diagnósticos e tratamentos, desde 2010 os cirurgiões-dentistas podem solicitar análises complementares e internações, desde que identifique na solicitação os riscos envolvidos e que o pedido esteja de acordo com sua área de atuação.