O processo de osseointegração ainda gera muitas dúvidas entre os pacientes em consultórios odontológicos. Principalmente porque muitos não conhecem esse procedimento. Mas saiba que ele está relacionado aos implantes dentários.

A osseointegração é fundamental para que o implante dentário tenha resultados satisfatórios. Trata-se da união entre o osso do dente e uma superfície de titânio, incorporada a ele.

Assim, o paciente pode viver normalmente com esse dispositivo bucal, como se fosse um dente natural. Isso é possível porque o pino de titânio tem uma biocompatibilidade, ficando incorporado ao osso de maneira natural.

Esse procedimento é muito recomendado pelos dentistas, devido à sua eficácia no tratamento dental dos pacientes.

Mas por muitas pessoas ainda terem dúvidas sobre a osseointegração, preparamos este conteúdo para explicar mais detalhes sobre esse tratamento. Confira!

É notório que certos desconfortos no corpo humano comprometem a qualidade de vida de muitos indivíduos. Nesse sentido, é preciso destacar duas condições que afetam diretamente a estética facial e que, por sua vez, são distúrbios ligados à ortodontia, sendo elas prognatismo e retrognatismo.

Elas podem gerar sérias complicações na mastigação e na respiração do paciente. Por conta da baixa autoestima causada pela assimetria facial provocada por essas condições, o indivíduo pode até mesmo desenvolver um quadro de depressão.

Se você quer entender a diferença entre esses dois conceitos, prossiga na leitura deste conteúdo e saiba mais sobre o assunto. Acompanhe!

A giroversão dentária é uma anomalia que, vire e mexe, aparece entre os pacientes de consultórios odontológicos. Por isso, é importante que os dentistas aprofundem os seus conhecimentos acerca do tema.

O mesmo vale para os pacientes, que devem conhecer sobre o problema, para aprender a identificá-lo e buscar a ajuda de um cirurgião dentista, se julgar necessário.

Para que você saiba mais sobre o assunto, preparamos este artigo com tudo o que é necessário saber sobre a giroversão dentária. Prossiga com a leitura e esclareça as suas dúvidas!

O levantamento de seio maxilar é uma técnica cirúrgica reconstrutiva que visa aumentar a quantidade e a qualidade óssea da região posterior da maxila edêntula, com o objetivo de instalar implantes e realizar uma reabilitação protética fixa.

Portanto, devolver a mastigação posterior, restabelecer a dimensão vertical de oclusão, proteger os outros dentes de traumas mastigatórios e melhorar como um todo a qualidade de vida do paciente estão entre os principais intuitos finais dessa cirurgia.

Ao analisar uma radiografia panorâmica que mostra falta de dentes na região posterior superior, os olhos do Implantodontista já estão treinados para perceber onde se encontra o assoalho do seio maxilar. Contudo, pode-se melhor observar e medir por meio de uma tomografia computadorizada.

O Tumor odontogênico adenomatoide (TOA) é uma lesão benigna, incomum, de origem epitelial, de comportamento não agressivo e crescimento lento, com frequência relativa variando entre 2 e 7% de todos os tumores odontogênicos. Embora esta lesão tenha sido anteriormente considerada uma variante do ameloblastoma e foi designada como “adenoameloblastoma”, suas características clínicas e comportamento biológico indicam que é uma entidade separada. Algumas autoridades acham que, dado o crescimento lento e circunscrição da lesão, é melhor classificada como um hamartoma em vez de uma neoplasia verdadeira.

Sua etiologia é incerta, entretanto se acredita que seja oriunda do órgão do esmalte, lâmina dentária, epitélio reduzido do esmalte, bainha epitelial de Hertwig e seus remanescentes.

Clinicamente, a lesão é caracterizada por um aumento de volume, de crescimento lento e progressivo, podendo haver ou não a presença de sintoma.

Os tumores odontogênicos adenomatóides são amplamente limitados a pacientes mais jovens e dois terços de todos os casos são diagnosticados quando os pacientes têm de 10 a 19 anos.

Acomete principalmente a região anterior da maxila e geralmente é descoberto em exame radiográfico de rotina como uma lesão radiolúcida unilocular envolvendo a coroa de um dente canino incluso.

Quem trabalha no campo da odontologia e da radiologia precisa conhecer sobre os diferentes métodos para fazer exames de raio-X nos pacientes. Entre as opções, está o método de Parma.

Ao conhecer melhor os métodos de localização da radiologia odontológica, o cirurgião-dentista terá mais condições para avaliar os seus pacientes e conquistar mais resultados positivos nos tratamentos.

São diversos os tipos de métodos que existem e se destacam, como a metodologia de Donovan, por exemplo.

Neste post, vamos nos dedicar a falar sobre o método de Parma, uma importante técnica da radiologia odontológica. Siga a leitura e confira!